Em cartaz: Rogue One – Uma História Star Wars

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(dirigido por Gareth Edwards | EUA, 2016)

Nota: ★★★★★★★☆☆☆ [7]

Esse spin off de Star Wars mostra como os rebeldes roubaram os planos da Estrela da Morte, o que abriu caminhos para a saga que conhecemos (episódio IV em diante). O viés político e a busca por paz e justiça continuam firmes e fortes. Porém, há ainda uma leveza em momentos de alívio cômico muito bem aproveitados.

Apesar de efeitos excelentes, boa direção e participação de alguns personagens clássicos, como Darth Vader, a primeira metade do filme deixa a desejar. São vários os momentos um tanto maçantes. Além disso, o roteiro se apresenta relativamente confuso para os menos fanáticos pelo universo Star Wars.

Os protagonistas, Jyn e Cassian, não cativaram muito. O espectador tende a ficar o tempo todo esperando que algum dos personagens mais clássicos apareçam. Ficou clara essa diferença logo na primeira aparição de Vader: o filme melhora exponencialmente. Isso se repete em todas as vezes que o famoso vilão da saga entra em cena, com sua respiração abafada, fazendo a gente se ajeitar na cadeira. Nem o droid da vez, K-2SO, consegue ser tão simpático quanto R2D2, C3PO e BB8. Ou seja, o carisma do trio Rey, Finn e BB8, de O Despertar da Força, não se repete em Rogue One.

Ainda assim, é um bom filme. Consegue agradar aos fãs de Star Wars e entreter o público que gosta de filmes de ação, aventura e ficção científica. Em especial, o final dá aquela acelerada no coração dos fãs.

Infelizmente, a expectativa foi mesmo a grande vilã aqui.

Roseana Marinho

Roseana Marinho

Publicitária, desde a adolescência apaixonada pela sétima arte, opina e debate sobre as obras cinematográficas. Ama literatura, astronomia e história e é tão eclética que faz ballet clássico e kung fu. Nas horas vagas, além dos filmes, também vê muitas séries.

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