O filme que mais chorei na vida.

Você se emociona fácil quando assiste um filme de cunho dramático?

Quem me vê assim, com essa cara de bravo, não imagina o quanto eu me emociono fácil assistindo filmes que nos pegam pela emoção.

Tudo começou aos 11 anos de idade, ainda me lembro como se fosse ontem, assistindo a cena do filme Meu Primeiro Amor, quando a personagem mirim Vada Margaret Sultenfuss descobre que seu namoradinho Thomas J. Senett interpretado por Macaulay Culkin tinha morrido de forma inesperada. Fiquei aos prantos.

Já passei vergonha de tanto chorar assistindo As Aventuras de Pi, já solucei com Marley e Eu.

Mas se tem um filme que me faz quase morrer afogado, esse se chama: À Espera de um Milagre.  Baseado no livro de mesmo nome do autor Stephen King.

A história se passa em 1935, no corredor da morte de uma prisão da Louisiana e conta a história da relação entre Paul Edgecomb (Tom Hanks), o chefe de guarda da prisão, e um de seus prisioneiros, John Coffey (Michael Clarke Duncan).

Coffey é um homem negro, condenado à morte pelo assassinato de duas garotas brancas.

Aos poucos, desenvolve-se entre eles uma relação incomum, baseada na descoberta de que o prisioneiro possui um dom mágico que é, ao mesmo tempo, misterioso e milagroso.

A história é contada em flash-back por Edgecombe, durante sua velhice em um asilo. Além da relação com Coffey, Edgecomb relata as histórias de outros guardas e condenados.

Injustiça é uma coisa que comove e, nesse filme, ela é tratada de uma forma bem evidente.

Então, se você ainda não viu, compre um pacote de lenços, chame alguém que queira chorar com você ou veja escondido. Recomendo!

 

Rafael Bezerra

Rafael Bezerra

“Publicitário, criado com a Turma da Mônica, gamer, seguidor dos ensinamentos da Ordem Jedi, curioso e entusiasta sobre tudo que acontece no universo da cultura pop.”

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